Disputa por poder no Vaticano, marca-passo, mordomo espião... Essa estória fica melhor a cada hora que passa e já apresenta um conteúdo com apelo cinematográfico estilo supense político com vertentes de conspiração.
Na verdade, o artigo do Estadão apresenta fatos muitíssimo interessantes, e um deles está relacionado com a posição do papa quanto a punição dos acusados de pedofilia. Um trechinho da matéria diz que "O papa chegou ao trono com a promessa de que conduziria uma limpeza na Igreja. O resultado, porém, foi o oposto e o equilíbrio de poder que havia durante os anos de João Paulo II ruiu."
![]() |
| Bento XVI pede perdão público às vítimas dos crimes de pedofilia no seio da Igreja durante a sua viagem a Portugal, em 2010-Imagem: EPA/SERENA CREMASCHI |
E quanto aos casos de pedofilia, a matéria apresenta a seguinte informação: "Suas decisões de punir cardeais simplesmente foram ignoradas ou levaram anos para serem cumpridas, em um desafio claro ao poder do papa. Foram os casos de Roger Mahony ou de Thomas Curry. Marcial Maciel, fundador dos Legionários de Cristo, foi outro que acabou sendo protegido por anos, apesar das denúncias. Por mais que tenha tentado, Bento XVI jamais conseguiu implementar sua ideia "de tolerância zero" em relação à pedofilia. 'Quanta sujeira na Igreja', chegou a declarar".
A matéria é de autoria de Jamil Chade (enviado especial) e Filipe Domingue/especial para o Estado de S. Paulo. Vale a pena dar uma conferida nesse artigo.
Leia a matéria completa do Estadão.com.br:
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,disputa-de-poder-na-igreja-pode-ter-provocado-renuncia-de-bento-xvi-,996374,0.htm


0 comentários:
Postar um comentário
deixe seu comentário