Ex-Goleiro Bruno Encara o Júri Amanhã




Começa Amanhã o julgamento  

Bruno na época de altos vôos.


Há quase 3 anos atrás, Bruno, o então goleiro de Futebol, foi acusado de ser o mandante do assassinato/desaparecimento de Elisa Samúdio, a Maria Chuteira que teve um filho dele. Segundo Bruno os dois se conheceram em 2009 em uma orgia na casa do goleiro reserva do Flamengo, time no qual Bruno era o goleiro titular. E ainda segundo Bruno, ele e Eliza só tiveram relações sexuais uma vez, e por somente 15 minutos. Ok. 


Eliza Samúdio (Foto: Record Minas)


O caso além de ser extremamente interessante, já teve tanto desdobramento que hoje chega a ser mais complexo de entender do quê as fascinantes novelas da Glória Perez—sendo que o Paraná não seria tão exótico para a Glória, então Eliza teria de vir, talvez, da Patagônia, para manter o clima dentro do continente.

Ou seja:

  • O crime se iniciou no Rio de Janeiro e terminou em Minas Gerais;

  • O corpo de Elisa nunca foi encontrado, e dizia-se que havia sido comido por cães que tiveram seus aparelhos digestivos examinados vários dias após tal hipótese ter sido levantada;

  • As várias pessoas envolvidas são mais enroladas do quê os Serviços de Atendimento ao Consumidor da Oi, da Light, da Sky, e da Caixa Econômica Federal juntos, sempre apresentando diferentes versões para o acontecido;

  • O ex-goleiro já está no seu terceiro advogado de defesa;

  • Bruno já se casou uma vez dentro do presídio (um casamento sem documento ou nenhum título oficial, mas movido por um grande amor entre as partes);

  • O rumor de uma relação homoerótica entre Bruno e Macarrão, amigo de infância, que estaria envolvido com o sumiço de Eliza até o pescoço, e que leva estampada no corpo uma tatuagem enorme no corpo com o nome do ex-goleiro, sem falar na gama de mulheres que Bruno esteve envolvido e algumas se vêem envolvidas com caso do sumiço de Eliza. E por aí vai.


Enfim, uma novela triste sobre um crime sem nenhum sentido e com tantos personagens que o caso dever ter sido divido em núcleos, como as novelas da Rede Globo.


Foto de Bruno publicada no Portal R7.
(Foto: AE)


No fundo, Eliza só queria que Bruno reconhecesse o filho, fruto de 15 minutos de transa que tiveram durante uma orgia. Não é pedir muito.

Mas Bruno, ou algum membro de seu cortejo, achou melhor sumir com a moça e seu filho, sendo que a criança foi poupada de maior brutalidade além da de ter sido sequestrado e possivelmente ter presenciado sua mãe ter sofrido agressões e... Já dá para entender.

O quê não dá para entender é o porquê trocar a vida de jogador de futebol e sua glória, incluindo as orgias, pela vida na prisão. Teria sido somente por conta da conta de uma pensão para o filho? Teria sido mesmo esta a razão para brutalidade tão complexa—mesmo que muito mal arquitetada?

De qualquer forma, é triste que esse tipo de novela seja um caso tragicamente real. E dentro das possibilidades brasileiras, esperemos que a justiça seja feita.




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A Zona Portuária do Rio de Janeiro Muda... Mas a Política Continua a Mesma



Ontem foi inaugurado o Museu de Arte do Rio


A inauguração do museu marca a mudança urbana que área portuária do Rio está sofrendo, pois é o primeiro projeto completo da área. 


Museu de Arte do Rio - MAR - Rio de Janeiro
(Foto: Alexandre Macieira, Riotur)

Tal inauguração também é um marco da política de remoção da populações marginalizadas.

As obras de revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro já criou e vem criando muita discussão sobre seu tamanho, ambição, mas principalmente sobre o seu impacto nas comunidades que se encontram na área. Mas como de costume, as discussões não afetam as decisões políticas, principalmente quando estas são realizadas em nome de um um crescimento econômico, e sem considerar em nenhum aspecto, o impacto causados nas comunidades com pouco poder político-econômico.

O Porto Maravilha não tem sido tão maravilhoso para todos, como o seu nome nem um pouco criativo tenta propagar. É sabido de todos que as obras do Porto Maravilha adotou uma política nos moldes da prática da arrogância de poder. E é claro, esse postura se dá sobretudo quando se tenta resolver um problema sem considerar outros. Esta é a prática e postura do governo do Rio em relação às obras acirradas e apressadas para os Mega Eventos Esportivos.

Os eventos que serão sediados na cidade estão sendo usados para uma política de limpeza rápida, igual àquelas que se faz quando se está recebendo visitas inesperadas e se tem que arrumar a casa em 10 minutos, colocando-se todo o lixo embaixo do tapete.

Um bom exemplo desta prática da política-arrogante praticada pelo governo do Rio é o impacto que as obras têm sobre as famílias que residem na área, ou seja, as comunidades residenciais que estão ali há mais tempo do que os atuais governantes estão no poder. Como lidar com essas comunidades?


Casa destruída no Largo do Tanque, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio.
Foto retirada do site Comitê Popular Rio Copa e Olimpiada
(Foto: Renato Cosentino)

Remover pobres de uma área para outra sempre foi o mecanismo utilizado por governantes quando se quer remodelar um determinada área da cidade. Remove-se, assim se descarta o velho e se instala o novo. E as estratégias de remoção nem sempre são as mais limpas e claras, e agora com as obras para os Mega Eventos o caso não é diferente, como relata o documento "Procedimentosde remoção de moradores da Região Portuária: relato e comentáriosà reunião pública: Relato e Comentários à Reunião Pública Realizada na Sede do Ministério Público Federal em 24/05/2011, Rio de Janeiro/RJ". O documento de 2011, exemplifica a tal política arrogante praticada contra a população carioca (ou pelo menos a parte mais insignificante desta população). O documento diz:

“Moradores informaram que pessoas não identificadas, desprovidas de crachá ou uniforme que os identifique como representante do poder público, têm visitado suas casas para realização de cadastro das edificações. Estas pessoas tiram fotos e fazem medição do imóvel. Uma moradora declarou que em sua casa foram realizadas três dessas visitas. Outro problema que leva ao questionamento da legalidade dessa ação é que não é entregue aos moradores qualquer documento que registre o levantamento de informações sobre o imóvel, ficando o morador desprovido de recursos para verificar e até mesmo questionar a caracterização de sua casa, informação esta que provavelmente será utilizada para cálculo de indenização em face das remoções que estão por vir. Ou seja, os moradores carecem de quaisquer informações oficiais quanto condições dessa remoção, indenizações, prazos e destino (local) das famílias removidas”.

Os governantes do Rio de Janeiro não parecem mais se importar com a manifestação contrária sobre os procedimentos das obras para os Mega Eventos. Essa impressão se torna clara quando as obras seguem sem muitas mudanças em postura. Logo após o carnaval, centenas de pessoas foram despejadas em apenas três semanas no dia 22 de fevereiro no Largo do Tanque em Jacarepaguá, como relata o Comitê Popular Copa& Olimpíadas Rio no seu artigo Largo do Tanque: mais uma remoção sumária para as Olimpíadas do Rio deJaneiro.

Essas remoções que são praticadas sem aviso e sem diálogo com a população, mostra não só uma falta de respeito com esses cidadãos, mas mostra acima de tudo a falta de habilidade política de planejamento. Claramente não está havendo planejamento, não há um plano a ser seguido. O piloto automático está ligado e quem não sair da frente será atropelado.



O governo atropela a qualquer um, inclusive a ONU (Organização das Nações Unidas) que em maio do ano passado recomendou ao Brasil “que as obras da Copa de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016 não gerem despejos forçados de moradores e tragam benefícios 'duradouros' para a população urbana marginalizada”, como reportou a BBCBrasil na época.

Com a inauguração do Museu de arte do Rio, e a presença de figuras ilustres discursando maravilhosamente sobre a maravilha de obra realizada na cidade maravilhosa, e parte do Porto Maravilha, as manifestações também se fizeram presentes. Cerca de 100 pessoas também se aprestaram para se manifestarem contra a revitalização da zona portuária, como disse o O Portal A Tarde:


“Um dos grupos protestava contra iniciativas da prefeitura e do governo do Estado com cartazes, máscaras e faixas de protesto, entre elas 'Não à venda do Rio de Janeiro', 'Revitali$ar para quem?', 'Pega ladrão: fora Cabral' e 'Choque mata', em alusão ao programa municipal denominado Choque de Ordem. Um manifestante exibia faixa do Movimento Partido Pirata do Brasil”.


Todos sabem que Sérgio Cabral e Eduardo Paes não se sentem embaraçados e constrangidos pelos seus atos, por piores que possam ser, então, eles não devem ter se importando muito com as manifestações. Na verdade, artistas também se manifestaram contra o fechamento dos teatros que foram fechados no Rio depois da tragédia da boate Kiss no Rio Grande do Sul, manifestação a qual o Prefeito Eduardo Paes chamou de “Tumultuosinho”, segundo diz o Portal R7.


Dilma encerrou a festa de inauguração
do Museu de Arte do Rio (Foto: Roberto Stuckert Filho)

Mas e a Presidente Dilma? Como ela se posicionou publicamente diante da voz popular contra a política arbitrária da prefeitura na realização dessas obras? Bem, durante a inauguração, além da presidente afirmar que o país está se tornando um país de classe média, ainda segundo o Portal R7, ela disse: 

“Um presidente da República convive hoje com o som das manifestações. O que, na minha época, não era usual. Esse barulho nos faz ter a certeza de que esse país é democrático. A vida é isso, tem essa riqueza. Aqui tem um pedaço imenso da arte. Estamos nos transformando num país de classe média que valoriza a superação da miséria, a ciência e a valorização da cultura”. 

Pois é, com um discurso de guerrilheira aposentada a presidente volta ao passado se referindo à sua época se esquecendo que a sua época é agora, como Presidente da República. Agora ela pode ouvir aos protestos, falar, dialogar com os que protestam. É agora, também, que além de pleitear uma vaga para o Brasil no Conselho de Segurança da ONU, a presidente deveria também dar um pouco mais de atenção à mesma instituição quando esta aconselha o Brasil a evitar remoções das populações marginalizadas.


Paes não poderia estar mais em cima da Presidente
durante a retirada do pano de cima da placa do Museu
(Foto: Alexandre Durão/G1)

Enquanto isso, pessoas são removidas, deslocadas, despejadas, o Maracanã é dado de presente à inciativa privada, e outros absurdos da política arbitrária da arrumação-rápida acontecem. Se isso é superação da miséria e valorização da cultura, já não é mais possível saber o significado de Maravilha. 

Um museu é sempre bem vindo, mas um museu seguido de respeito aos cidadãos menos privilegiados, isso sim seria uma obra arte que poucos políticos brasileiros estão prontos a realizar.


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Dilma diz que Brasil está tornando país de classe média: 




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Museu de Arte do Rio é inaugurado





MAR: conheça o Museu de Arte do Rio, inaugurado nesta sexta-feira





Quatro exposições marcam inauguração do novo Museu de Arte


Deixem a Jennifer Lawrence Em Paz...!


Um Cigarro Suspeito

É engraçado como os paparazzi gostam de causar pânico no mundo, como se a sobrevivência das espécies (incluindo a humana) dependesse exclusivamente do comportamento e atitude das celebs.

Jennifer Lawrence, concorreu ao Oscar de melhor atriz, ganhou, se levantou pra receber a estatueta, tropeçou quando estava subindo ao palco, desceu quase caindo totalmente, se levantou, e recebeu o prêmio.


Jennifer Lawrence na entrega dos Prêmios do Sindicato dos Atores de Cinema 2013, no qual ela também levou o prêmio de Melhor Atriz.
(Foto: Reuters/Adrees Latif) 

Ela estava linda, vestido lindo, cabelo lindo. Além de bem articulada verbalmente, ela ganhou o maior prêmio que uma atriz pode ganhar (uma atriz estadunidense, ou britânica, pelo menos tem maiores chances). Enfim, a mulher tá lá no topo. E não tá prosa.

Mas os aparelhos midiáticos são fogo, e é por Jennifer estar no topo é que agora ela não terá mais paz.

O Portal Terra publicou, "Jennifer Lawrence é fotografada fumando cigarro suspeito". Mas o quê é um cigarro suspeito? Seria este um cigarro que possivelmente atropelou alguém nas ruas de Los Angeles enquanto altamente alcoolizado? Teria esse cigarro tentado matar ou estuprar alguma mulher, menina, ou senhora?

Não, o cigarro é suspeito de ser o quê ele é: Maconha. Então, por quê não usar o têrmo que o vai designar corretamente? Não sei... Talvez por que o têrmo maconha tenha caído em desuso; talvez o têrmo já não seja tão diferente, desculpe-me, já não seja tão diferenciado para uma matéria da coluna de escândalos.

A questão é que de agora em diante, tudo o quê a melhor atriz de 2013 fizer, será suspeito.


Jennifer mostra o dedo para os fotógrafos durante
a entrevista coletiva após ganhar o Prêmio
(Foto: Copyright WENN)


Ela pede desculpas quando se dá conta
que foi pega pelas câmaras.
(Foto: Copyright WENN)


Jennifer Lawrence não terá paz para tirar uns dias de folga, pegar um avião e ir pro Havaí, não poderá fumar um baseado sem ficar paranóica, tomar um vinhozinho, botar uma roupinha de 2a. mão (ou despojada, como diz o artigo do Portal Terra), ela não poderá deixar o rosto limpo sem as várias camadas de maquiagem.

E ela fica linda sem maquiagem, diga-se de passagem...

Qualquer roupa que ela colocar será suspeita. Qualquer telefonema que ela der, será suspeito, qualquer dedo que ela mostrar será suspeito.

Muitos suspeitavam que ela ganharia o prêmio da academia, e ela ganhou. Agora suspeitam do cigarro que ela fuma, e com certeza eles estão novamente certos. Ela tava fumando maconha.

Bem, Jennifer Lawrence fumou maconha no Havaí logo após ganhar o Oscar de Melhor Atriz. Parece que as pessoas suspeitam de que ela estava feliz, querendo relaxar depois de dias de estresse com os preparativos do Oscar etc.

Mas francamente, a mulher ganhou o Oscar, e por quê ela não pode fumar o baseadinho dela em paz usando um traje que não vá fazê-la tropeçar.

A questão é que Jennifer parece ser uma pessoa extremamente comum, gente como a gente, e é por isso que ela parece não estar aí para as convenções hollywoodianas que a imprensa estabelece.

Talvez ela possa estar dando um mal exemplo para os jovens? Sim, talvez, mas não é só para dar exemplos para os jovens que os atores vêm ao mundo, além do fato dos jovens terem pais e mães para dar exemplo. E se os pais e as mães dos jovens não lhes dão o exemplo, não se pode exigir que os artistas orientem os filhos dos outros.

Ao contrário dos robôs, gente comum, gente de verdade fala palavrão, brinca e faz piadas, solta gases, bebe, e Jennifer admitiu que estava um pouco bêbada na noite do Oscar (pois haja nervos para aguentar aquela pressão), pois bem, ela não foi a única. E se ela tivesse fumado um Marlboro, tudo seria menos suspeito? Claro que não, não a deixariam em paz do mesmo jeito.

Jennifer Lawrence fumou um cigarro suspeito. E daí?

A única coisa que pode ser dita, é que essa menina tem estilo...




Leia a notícia completa:






Brasil Também Tem Piratas Nos Seus Mares

A onda de Pirataria Marítima que começou a ameçar os mares da costa noroeste da África desde 2007, agora chega ao Brasil.

Mas, diferentemente dos Piratas africanos, os Piratas brasileiros não amedrontam os grandes navios de carga de grandes companhias internacionais, mas sim, os iate de luxo.


(Foto: TV Verdes Mares)

É o que mostra o Portal G1 em sua reportagem de hoje que reporta não um, mas dois assaltos a um só iate de luxo no Ceará, nas primeiras horas de hoje.

Turistas e tripulação tiveram seus objetos e dinheiro roubados e quando o grupo de ladrões ia embora, um outro grupo mais violento chega e amarra os passageiros que seguiam para o Caribe.

Se você tem um iate de luxo e pretende usá-lo em sua próxima viajem ao Caribe, cuidado!



Leia a reportagem completa do Portal G1:





Oscar 2013 - A União do Estado Com o Cinema


O quê acontece quando o governo dos EEUU recebe ajuda de Hollywood em seus conflitos internacionais?
Isso mesmo, essa ajuda se torna um filme. E depois?
O filme ganha o Oscar!


Bem, a noite de Oscar deste ano mostrou que o filme "Argo", dirigido e protagonizado por Ben Affleck, agradou a academia.


Grant Heslov, Ben Affleck, e George Clooney
Produtores do Melhor Filme "Argo"



Claro que o filme é bom, e por isso ganhou também os grandes prêmios que antecedem ao Oscar.

Interessantemente, o prêmio foi anunciado diretamente da Casa Branca, por ninguém mais do quê a Primeira Dama, Michelle Obama.


Michelle Obama no telão anunciando
o Oscar de Melhor Filme do ano
(Foto: AP)


Uma grande celebração de uma união antiga entre Hollywood e o governo estadunidense. E no Oscar deste ano, o prêmio ajuda a reinforçar a imagem de prestação de serviços ao país que Hollywood também pode ter.

E é por isso que este prêmio em particular, não foi somente um troféu, mas também foi uma medalha de honra ao mérito, quase que vinda da presidência.


Grande Foto de Um Herói Desconhecido


Praça Tiananmen (1989)





Fotógrafo: Stuart Franklin Magnum
Fonte: life.com


Durante uma grande manifestação pela democracia inciada em maio de 1989 e que reuniu aproximadamente um milhão de pessoas, incluindo estudantes, na Praça Tiananmen em Beijing, na China, no dia 4 de junho, um estudante com somente uma bolsa de plástico na mão consegue parar o tanque de guerra que guiava um comboio de tanques. O estudante ficou conhecido como o "homem-tanque".

Até hoje a identidade do estudante é desconhecida.

Ironicamente, a cena ocorreu na Avenida da Paz Eterna.

Após os vários dias de manifestação pacífica, e da atitude corajosa do estudante, que chegou por alguns minutos se tornar um emblema de esperança, ocorreu um dos grandes massacres de civis durante uma manifestação pública.

A manifestação, bem como o massacre foi altamente coberto por jornalistas e diplomatas internacionais, fazendo tal evento resultar em várias críticas ao governo comunista chinês, inclusive do governo Russo.


Será Que Adele Consegue Mais Um Prêmio Amanhã?

Adele, novamente com as costas de sua mão, poderá dar mais uns tapas bem fortes nas bocas que prestaram muita atenção para o seu belo e voluptuoso corpo.


Após ganhar o Globo de Ouro deste ano com a música tema do mais novo filme de James Bond, "Skyfall" (2012), ela está novamente na lista de nominados para a melhor canção do Oscar 2013. Bem amanhã saberemos se ela leva mais um prêmio pra casa. Se levar, será bem merecido.


Adele com seu Globo de Ouro
(Foto: Lucy Nicholson/Reuters)


A composição é dela e de seu produtor Paul Epworth, e consegue seguir a tradição das músicas temas do famoso agente secreto britânico, principalmente como as que ficaram consagradas pela voz da cantora Shirley Bassey em Goldfinger (1964), Diamonds Are Forever (1971).






Leia mais sobre a indicação e a história de artistas indicados para a mesma categoria no Portal G1:









A Careta Mais Famosa do Século XX


Albert Einstein (1879-1955)





Foto de Arthur Sasse, de 1951

A famosa foto foi tirada no dia do aniversário do grande gênio que mudou a história da física nuclear e da mecânica quântica, que pretendia passar aquele dia em paz, com sossêgo. Já que era constantemente perseguido por jornalistas e fotógrafos, quando se viu flagrado pela câmera de Arthur Sasse no campus da Universidade de Princeton (New Jersey, EEUU) onde residia, o professor Einstein, então, resolve mostrar sua língua ao fotógrafo, criando-se assim uma das mais famosas fotos do século XX.





O XL1 da Volkswagen: O Carro Mais Econômico do Mundo

A Volks anunciou ontem, quinta 21 de fevereiro, que criou o carro mais econômico do mundo, o XL1, que pode fazer até 111 quilômetros com 1 litro de combustível, e podendo percorrer 50Km utilizando energia elétrica.

O novo XL1 da Volkswagen

O novo XL1 é um híbrido de dois motores, um turbo-diesel e um elétrico. Utilizando os dois motores, o carro poderá rodar 500km.

O conceito do novo modelo da Volkswagen já havia sido apresentado há dois anos atrás, mas agora já está sendo produzido na Alemanha.

Mas a novidade do carro também está em seu estilo futurista, o quê em nossa opinião, apresenta uma estética futurista que remete muito a vários momentos futuristas que foram construídos no passado.





A frente se assemelha aos carros da Volks dos anos 90 e meados dos anos 2000, sendo que no XL1, sua cara é mais robótica, mas ainda bem parecida com a do novo Fusca (ou, novo Beetle) sendo que mais estreita, alargada. Talvez essa semelhança seja somente ligação de parentesco.

O estilo da mesma época também está presente no painel do carro, que não apresenta muito futuro, a não ser os retrovisores que são monitores dentro do carro. 


Painel interior do XL1


A lateral com suas portas levadiças, sim, tem um estilo futurista, mas daquele tipo futurista dos anos 80 já presente em alguns poucos modelos de outras marcas.



Lateral do XL1

Mas é quando se vê a traseira do XL1, é que vemos um certo futuro também já construído no passado mas que faz jus ao termo futurista.


A Traseira do XL1

Mas se olharmos bem a sua traseira, podemos notar um pouco de semelhança do desenho com a traseira do carro mais famoso da Volks, o fusquinha. Talvez seja apenas uma referêcia, ou uma homenagem ao clássico veículo da Volkswagen.

Tirando a economia e a utilização da energia elétrica, o desenho futurista ainda é um pouco preguiçoso, dando uma sensação do DeLorean do filme “De Volta Para O Futuro” de 1985.




O DeLoren, carro usado no filme "De Volta Para o Futuro"

Talvez se pensarmos nos universos e dimensões pararelas, e as possíveis viajens entre essas realidades que a gente vê nos filmes de ficção científica, o futuro esteja no passado. E a Volks com o XL1, consegue nos levar "De Volta Para O Futuro"

No XL1, o futuro é apresentado somente na economia e utilização de energia elétrica, o que representa um passo para a diminuição de emissão de gás poluentes em nossas caras. E isso é bom.

E como já dizia o grande Chacrinha, “Na natureza nada se cria, tudo se copia”. Ainda assim, o XL1 é um carro interessante, fascinante, mas ainda não é exatamente um carro agradável aos olhos, talvez por essa junção exagerada de vários estilos "futuristas".

Aqui vão mais imagens do novo XL1 quando o conceito do carro foi apresentado no Qatar em 2011:













O quê você achou do XL1? Deixe um comentário!

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Leia a matéria do Portal Tecmundo:


Leia a matéria do Portal Terra:





Leia a matéria da Revista Quatro Rodas:


Leia a matéria da Revista Exame:





Oscar 2013: A Noite de Gala da Política e Políticas Cinematográficas



A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood anunciará a entrega dos prêmios no próximo domingo, 24, com direito a grandes debates políticos.


Quando se chega nessa etapa, já existem muitos favoritos, bem como aqueles filmes que parecem que já ganharam pela crítica.

                O filme favorito para o prêmio de Melhor Filme é “Argo”, filme dirigido por Ben Afleck que já vem recebendo os prêmios que antecedem e, que de certa forma, servem como indicadores dos ganhadores do Oscar, conforme matéria do Portal G1. O filme do galã e diretor Ben Afleck ganhou o troféu de melhor filme do também grande prêmio Globo de Ouro, em janeiro deste ano, mas também conseguiu levar os prêmios das grandes associações, ou sindicatos, de profissionais da indústria do cinema estadunidense. “Argo” foi premiado pela Associação de Atores (Screen Actors Guild), Associação de Diretores (Directors Guild of America), Associação de Produtores (Producers Guild of America), e pela Associação de Roteiristas (Writers Guild of America). Sua grande chance de ganhar o Oscar de melhor filme, e alguns outros, se baseia no fato de que membros destes sindicatos fazem parte da escolha dos prêmios do Oscar. Isso indica que o filme tem grandes chances de ganhar o Oscar, pois tem um boa produção, boa direção, bom roteiro, e um bom elenco.


Poster do filme "Argo"


“Argo”, como os outros favoritos ao prêmio de melhor filme, têm um enredo político, como hoje analisou matéria da AFP publicada pela Revista Exame.

Baseado em uma história real e um ex-funcionário da CIA, o filme de suspense com dosagens de humor conta a saga de um resgate realizado pela CIA de seis diplomatas americanos que se encontravam escondidos na casa do embaixador do Canadá em Teerã durante a revolução iraniana de 1979, resgate que contou com a ajuda de Hollywood (podendo ser este o fator de tanta simpatia pelo filme mostrado pelos membros da indústria cinematográfica). 


Poster do filme "Lincoln"


O outro filme com conteúdo político que também pode levar a estatueta é “Lincoln” dirigido por Steven Spielberg, que mesmo perdendo o Globo de Ouro para “Argo”, fez história durante a mesma apresentação das premiações em janeiro, quando o ex-presidente Bill Clinton fez uma aparição e discursou elogios ao filme, traçando paralelos entre Lincoln e Obama no que se refere a divisão partidária dentro do congresso para aprovação de leis (o quê no caso de Lincoln, a briga pela aprovação do fim da escravidão).


E falando de escravidão chega-se a “Django Livre” do cultuado diretor Quentin Tarantino que também aparece na matéria da Revista Exame. O filme já se tornou o mais atacado filme dos filmes lançados no ano passado. E sendo que o diretor é conhecido pelo uso cômico e gratuito de cenas de violência, “Django Livre” não foge ao estilo do diretor, que desta vez conta a história de escravo que é libertado e se torna caçador de recompensas.

Mas mesmo com um conteúdo político diferente dos outros filmes, a nova produção de Tarantino mexe em um tema histórico frágil que é a escravidão nos Estados Unidos. O primeiro ataque veio de fortes vozes do comunidade afro estadunidense, como Spike Lee, Travis Smiley e outros, que consideraram o filme uma piada de mal gosto contra a negra dos Estados Unidos, e principalmente a sua história; o segundo ataque veio logo junto ao incidente em uma escola de Newtown, Connecticut, quando alunos foram assassinados por um louco armado levando o país, mais uma vez, a um grande e profundo debate sobre o porte e comercialização de arma de fogo.Este incidente fez o filme ser criticado por estimular a violência no país.


                Agora vamos pensar bem, e brevemente, na matéria da AFP no que se refere aos conteúdos políticos dos filmes e, mais atentamente ao filme “Django Livre” de Tarantino. Tanto o filme “Argo” quanto “Lincoln”, apresentam em seus enredos políticos, símbolos culturais muito significativos que têm um apelo ao patriotismo estadunidense que foi fortemente acentuado após o catastrófico e real evento de 11 de setembro de 2001, seguido pelas tropas que invadiram o Iraque.


Steven Spielberg no set de filmagens de "Lincoln"
(Foto: David James / Disney-DreamWorks)

“Lincoln” de um lado, conta da histórica da figura que marcou a história daquela nação não só com sua luta para por fim a escravidão negra, mas por ter levado o país a se dividir em torno do mérito (além de outros de caráter também econômico) levando a nação à guerra civil de 4 anos (1861-65). Assim, o filme é um tributo a um grande herói político que alterou e guiou o destino da nação, em uma versão Spielbergueriana. E de outro lado, temos “Argo” que mostra um tema mais atual que é o conflito no Oriente Médio e sua relação com a política externa dos Estados Unidos, e mais, o heroísmo em ação real de Hollywood. 


Ben Afleck no set dirigindo seu filme "Argo"

Essa abordagem de “Argo” também esteve e está presente este ano em outras produções mais óbvias como “Guerra ao Terror” de 2009, de Kathryn Begelow e escrito pelo ex-correspondente da guerra do Iraque Mark Boal, que ganhou o prêmio de melhor filme em 2010 (tirando o Oscar das mãos do ex-marido da diretora ganhadora do Oscar, o diretor James Cameron, que concorria com o filme “Avatar”).


Cenas de “A Hora Mais Escura” da diretora  Kathryn Begelow
(Foto: © Columbia Pictures)


















E quando se fala da a única mulher a ganhar um Oscar de melhor direção e melhor filme na história do Oscar, não se pode esquecer de seu último filme “A Hora Mais Escura” (Zero Dark Thrity, título em inglês, que em termos militares significa meia noite e meia), que também concorre ao prêmio de melhor filme. A produção conta a recente e já histórica captura do homem que foi até então, o mais procurado do mundo, Osama Bin Laden, filme que também concorre este ano ao prêmio de melhor filme—além de estar mexendo com o governo dos EEUU, por também abordar o tratamento aos suspeitos de terrorismo na prisão da baía de Guantánamo. Ou seja, estes filmes apresentam um forte apelo nacionalista, seja por sua história, seja pelo seu presente, ambos marcados por guerra.


Kathryn Bigelow (à direita) no set de filmagens de “A Hora Mais Escura”


Quentin Tarantino, por outro lado, este ano se tornou o próprio título de seu filme de 2009, “Bastardos Inglórios” que foi altamente elogiado pelo público e pela crítica. No entanto, este ano ele não usa de sua linguagem tipicamente debochada e descontraída e seriamente construída para falar novamente sobre a 2a. Guerra Mundial, o nazismo e o hilário e corajoso plano para o assassinato de Hitler, que criou uma realidade fictícia para o fim daquela grande guerra tão abordada por Hollywood durante anos. Desta vez, ele mexeu na ferida estadunidense: a escravidão.



Poster de "Django Livre" de Quentin Tarantino


O rebelde Tarantino que conseguiu inovar a linguagem do cinema e a abordagem de temas que só poderiam sair de sua cabeça, podendo ser considerado um diretor nada convencional, desta vez enfrenta uma das maiores críticas a uma criação sua. Isso pode explicar o quê levou o diretor a dizer que estava surpreso após "Django Livre" ganhar o Globo de Ouro de melhor roteiro em janeiro último. Essas duras críticas acontecem por seu tema: negro estadunidense. Ou melhor, pela abordagem de parte da história desse grupo da população dos Estados Unidos que sempre enfrentou dificuldades para se inserir enquanto cidadãos, e que honestamente ainda enfrenta. Sim, mesmo que hoje em dia o país tenha um presidente negro inciando um segundo mandato, o quê torna o assunto ainda mais frágil, tornando a fiscalização sobre o mesmo mais necessária e mais pungente.


Ainda assim, é necessário pensar se essa crítica poderia ser elaborada a partir de uma outra ótica, já que criticar Tarantino pelo deboche é redundante. Uma forma de se pensar no filme é vê-lo como uma espécie de crítica a trivialização do tema escravidão como algo do passado, uma trivialização que é criada pelo distanciamento temporal daqueles fatos que tanto marcaram a vida dos descendentes dos Africanos, e que na realidade ainda afeta a vida de muitos desses descendentes que ainda vivem em situação precária. Casa seja difícil se pensar por este ângulo, não seria possível pensá-lo somente enquanto uma sátira Tarantiniana? Até porque o quê se pode esperar da cabeça do Bastardo Tarantino? O cara é tão bom que pode ser comparado ao Rei Midas da cinematografia contemporânea: ele transforma besteirol em ouro.


Poster do filme "Dajango Livre"

Ainda, se pensarmos na questão da violência, vemos que “Argo” e “A Hora Mais Escura”, também falam da violência através de abordagens sobre a guerra ou sobre situações de conflitos marcados por violência. Mas como já dito, esta abordagem da guerra corajosa presente no imaginário e na heróica história estadunidenses como uma das partes mais nobres do caráter do país, é sempre bem vinda. Ainda mais em um momento de crise onde esse tipo de imagens são um santo remédio.





No entanto, quando vemos Tarantino sendo elogiado e ovacionado com um enredo que mostra um grupo judeus estadunidenses enfrentando Hitler cara-a-cara, mesmo que de maneira satírica e debochada, e agora vemos o mesmo diretor sofrendo duras críticas por tocar na história afro estadunidense, conclui-se que em Hollywood se pode falar de algumas coisas, mas não de outras. Principalmente sobre a violência dos brancos estadunidenses contra os negros durante o período de escravidão, pois abre uma grande ferida na nação já tendo criado uma longa guerra (como mostra Lincoln), diferentemente das crueldades praticadas pelos oficiais nazistas.


E é por isso e por muito mais que quando se fala na questão política em Hollywood aparece uma certa nostalgia, uma certa saudade das noites de entrega do Oscar nos anos 70, quando o palco se tornava um altar de protestos contra as injustiças sociais nos Estado Unidos e no mundo--coisa tentada por alguns durante a era da ditadura G.W. Bush que sofreram boicotes e esculachos pela enorme direita da época. Mas os anos 70 sim, mostrou a coragem dos artistas daquele tempo na utilização de sua fama para elevar causas sociais, diferentemente de hoje onde poucos artistas com culhões ainda ousam em desafiar a noite de gala com discursos de conteúdo político, porque a fama dos artistas nesta grande noite de prêmios é usada pela mídia para elevar, quase que absolutamente, a indústria da alta costura e da moda. Patriotismo e moda talvez sejam algumas das verdadeiras e evidentes políticas cinematográficas de hoje.





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