Não se pode argumentar de quê a fidelidade partidária deveria ser um ítem a ser respeitado em sua mais completa forma. Obviamente que as circunstâncias de uma determinada filiação partidária de um político, também específico, vai encontrar limites em casos extremos, onde o desligamento de um partido, dependendo do contexto, se apresenta como solução única, viável, e aceitável para tal.
No caso de Marina Lima, no entanto, uma pessoa extremamente respeitável e admirável, tanto por seu intelecto quanto por sua ética, vemos que ele encontra na filiação partidária uma de suas dificuldades com a vida política. Entretanto essa não é uma prática que Marina se utiliza constantemente, se a compararmos a outros políticos.
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| Marina Silva em campanha, em 2010 |
Sem dúvida nenhuma, seu novo partido não será o Partido do Bloco do Eu Sozinho (aproveitando o clima do carnaval), pois Marina conseguiu acumular muitos admiradores da sua ética, caráter, e determinação política.
Leia o artigo sobre o novo partido de Marina Silva, escrito por Gustavo Kahil para a Revista Exame:

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