Ex-Goleiro Bruno Encara o Júri Amanhã






Começa Amanhã o julgamento  

Bruno na época de altos vôos.


Há quase 3 anos atrás, Bruno, o então goleiro de Futebol, foi acusado de ser o mandante do assassinato/desaparecimento de Elisa Samúdio, a Maria Chuteira que teve um filho dele. Segundo Bruno os dois se conheceram em 2009 em uma orgia na casa do goleiro reserva do Flamengo, time no qual Bruno era o goleiro titular. E ainda segundo Bruno, ele e Eliza só tiveram relações sexuais uma vez, e por somente 15 minutos. Ok. 


Eliza Samúdio (Foto: Record Minas)


O caso além de ser extremamente interessante, já teve tanto desdobramento que hoje chega a ser mais complexo de entender do quê as fascinantes novelas da Glória Perez—sendo que o Paraná não seria tão exótico para a Glória, então Eliza teria de vir, talvez, da Patagônia, para manter o clima dentro do continente.

Ou seja:

  • O crime se iniciou no Rio de Janeiro e terminou em Minas Gerais;

  • O corpo de Elisa nunca foi encontrado, e dizia-se que havia sido comido por cães que tiveram seus aparelhos digestivos examinados vários dias após tal hipótese ter sido levantada;

  • As várias pessoas envolvidas são mais enroladas do quê os Serviços de Atendimento ao Consumidor da Oi, da Light, da Sky, e da Caixa Econômica Federal juntos, sempre apresentando diferentes versões para o acontecido;

  • O ex-goleiro já está no seu terceiro advogado de defesa;

  • Bruno já se casou uma vez dentro do presídio (um casamento sem documento ou nenhum título oficial, mas movido por um grande amor entre as partes);

  • O rumor de uma relação homoerótica entre Bruno e Macarrão, amigo de infância, que estaria envolvido com o sumiço de Eliza até o pescoço, e que leva estampada no corpo uma tatuagem enorme no corpo com o nome do ex-goleiro, sem falar na gama de mulheres que Bruno esteve envolvido e algumas se vêem envolvidas com caso do sumiço de Eliza. E por aí vai.


Enfim, uma novela triste sobre um crime sem nenhum sentido e com tantos personagens que o caso dever ter sido divido em núcleos, como as novelas da Rede Globo.


Foto de Bruno publicada no Portal R7.
(Foto: AE)


No fundo, Eliza só queria que Bruno reconhecesse o filho, fruto de 15 minutos de transa que tiveram durante uma orgia. Não é pedir muito.

Mas Bruno, ou algum membro de seu cortejo, achou melhor sumir com a moça e seu filho, sendo que a criança foi poupada de maior brutalidade além da de ter sido sequestrado e possivelmente ter presenciado sua mãe ter sofrido agressões e... Já dá para entender.

O quê não dá para entender é o porquê trocar a vida de jogador de futebol e sua glória, incluindo as orgias, pela vida na prisão. Teria sido somente por conta da conta de uma pensão para o filho? Teria sido mesmo esta a razão para brutalidade tão complexa—mesmo que muito mal arquitetada?

De qualquer forma, é triste que esse tipo de novela seja um caso tragicamente real. E dentro das possibilidades brasileiras, esperemos que a justiça seja feita.




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